

A Ígnea nasceu — em 1997 — com o foco no design. Mas as coisas mudam,
evoluem e a gente também foi aprendendo a se adaptar ao mercado.
E conforme evoluíamos, os clientes maiores foram chegando.
Outros, é verdade, em algum momento, também partiram pra outra:
tudo parte do aprendizado.
Criamos a marca Dafra, que mais tarde se tornou um case do
varejo nacional. Ajudamos a formar a imagem do Grupo Dahruj
como um dos mais sólidos revendedores de automóveis do Brasil.
Lançamos o posicionamento do Grupo Honda Trends, um dos
maiores revendedores de motocicletas do estado de São Paulo.
Aprendemos muito sobre educação com a People, EPIs com a
Fujiwara, filtros automotivos com a MANN-FILTER e rações
para animais com a Guabi.
Mas nesses anos todos, mais do que construir marcas ou
vender imagens, a gente aprendeu a firmar relacionamentos.
Afinal de contas, clientes, consumidores ou fornecedores são,
antes de tudo, pessoas.

A gente é gente
como a gente. Comunicação é
trabalho. Trabalho implica em resultado.
Resultado implica em remuneração.
E se tudo isso estiver atrelado ao prazer
de poder chegar em casa com a sensação
do dever cumprido, ótimo. Cliente, aqui, fala e
também escuta. A agência não é e nem pretende
ser a dona da verdade. Aliás, que verdade?
Estamos todos — todos, juntos e sem
exceção — trabalhando para
construir a conexão.

Partindo do zero: nosso
novo cliente tem o produto,
mas ainda não tem a marca.
A gente faz a marca.

Mas como lançar a marca
no mercado? B2B, B2C,
o que vem antes ou depois?
Muita calma nessa hora:
estratégia é a palavra.

Planejamento pressupõe um
conceito. Que na verdade,
é o segredo das marcas que
ficam pra sempre, certo?
Essa é a hora.

Depois de criado o conceito,
precisamos adaptá-lo para TV,
rádio, anúncios, web, endomkt,
embalagens, eventos, mídias
sociais, criatividade, et cetera
e tal.

Ok, uma boa ideia precisa ser bem produzida. Calma, a gente sabe: e precisa ter o melhor custo. Tranquilo, a gente cuida disso pra você.

Tudo produzido. A nossa
campanha vai para as ruas
e faz a conexão exatamente
com quem a gente planejou.
É isso o que você espera da
mídia da agência, certo?

Entendeu mais ou menos
o que é conectar? Ideias,
conceitos, processos até
chegar em marcas conectadas
a consumidores. Acredite:
é dessa maneira que as coisas
acontecem.


Nada como iniciar uma relação com uma boa conversa. Essa primeira troca franca de impressões entre cliente e agência, geralmente, é o que surte as melhores campanhas e os melhores resultados.

Mãos à obra. Colocar as ideias no papel, traçar metas, como atingi-las e distribuir responsabilidades. Planejamento é mais que meio caminho andado para a criação de uma conexão eficaz.

Óbvio: o mínimo que se espera de uma agência de propaganda é criatividade. Mas talvez haja um pouco de mito nessa expectativa. Não existe mágica e sim trabalho pesado. E aí — pode ver no nosso portfólio — o trabalho criativo sai e os resultados vêm junto.

A gente entende que é importante analisar os processos e medir os resultados de campanhas e ações. Uma, pra eliminar possíveis equívocos. Outra, pra potencializar acertos. Ou seja, solidificar as conexões.

Como fazer a ligação entre
o bom e velho off-line e a nova
e irrefreável onda do on-line,
cheia de interação, riscos e
tempo cada vez mais
escasso? Desista: fórmula
pronta não existe.
O que existem
são ferramentas para traçar
estratégias.

Sites, hot sites, e-mkts, banners, uma campanha completa: seja quais forem as peças criadas, nosso foco no design é do mesmo tamanho que o dispensado para a usabilidade.

Além da parte que se vê na
tela,
a Ígnea cuida também
da implementação dos
sistemas da maioria das
ações.

Cada peça faz parte de uma estratégia pensada para cada ação macro. Nada é feito de maneira aleatória ou fora de contexto, mas seguindo um cronograma e um line-up.

A interatividade das redes gerou a necessidade de criarmos conteúdo full time. Uma marca que não conversa com os consumidores é esquecida por eles.

Para que as coisas aconteçam, alguém tem que ser o responsável por elas, certo? Fornecedores, prazos, custos, alterações, reuniões, todo o processo on-line está sempre atrelado a uma gerência. Manda quem pode. Obedece quem tem juízo... rsrs.

Formações acadêmicas, culturais e
até mesmo histórias de vida totalmente
diversas. A gente acredita que as
melhores soluções de
comunicação
surgem da diversidade de
pontos de
vista. Aqui, as ideias não respeitam
hierarquia.

“A agência do futuro será leve, flexível e multidisciplinar. Focada em ações estratégicas de conexão com os consumidores.”
Marcelo Palma
Diretor de Criação e Planejamento

“Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã.” (Dalai Lama)
Marco Guimarães
Diretor de Mídia

“JÁ OUVIU FALAR DAS SEIS PROPOSTAS PARA O PRÓXIMO MILÊNIO (ATUAL), DO ITALO CALVINO?
LEVEZA, RAPIDEZ, EXATIDÃO, VISIBILIDADE, MULTIPLICIDADE, CONSISTÊNCIA.”
Renato Bruno
Diretor de Criação


Interatividade. Poder de decisão cada vez maior
na mão do cliente. Novas mídias. Ações culturais.
Web. Web. Web. Mobile. Hoje são quase 80 milhões
de brasileiros ligados na internet. Facebook, Twitter,
blogs, o que não exclui a TV, o rádio,
os jornais,
as revistas. Mas de tudo isso,
a principal conclusão
a que podemos chegar é que as ações deverão
ser pensadas para funcionar cada vez mais
em conjunto. Interatividade é o futuro.

Vejamos: você sabe
melhor do que ninguém como
funciona o seu negócio e provavelmente
tem várias ideias de como poderia ganhar
mais dinheiro com ele. Por outro lado, existem
várias pessoas que, se soubessem que o seu
produto ou serviço existe, teriam suas vidas
praticamente transformadas para melhor, certo?
Ok, o que falta então para que as coisas
aconteçam? Uma conexão inteligente?
Uma ponte que ligue os dois lados?
Talvez esteja faltando um pouco
de #connect.
carregando site...
não quer esperar? clique aqui.